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	<title>Familiar &#8211; Margarete Volpi</title>
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	<description>Psicóloga</description>
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	<title>Familiar &#8211; Margarete Volpi</title>
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		<title>A Importância do Aconselhamento Pré-Conjugal.</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 15:43:04 +0000</pubDate>
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							<h3 class="" data-start="431" data-end="840">Quando duas pessoas decidem se casar, geralmente o foco se volta para os preparativos do evento: a cerimônia, a festa, os convites, a lua de mel. Pouco se fala — ou se pensa — na construção emocional e relacional que deve preceder essa união. E é aí que entra o <i>aconselhamento pré-conjugal:</i> uma possibilidade real de construir, com maturidade e cuidado, as bases de um relacionamento que deseja ser duradouro.</h3><p class="" data-start="842" data-end="1406">Em um mundo onde os relacionamentos são atravessados por pressões sociais, idealizações e, muitas vezes, expectativas pouco conscientes, o espaço do aconselhamento pré-conjugal oferece um momento de pausa. Um convite para que o casal olhe para si, para sua história e para o projeto de vida que desejam construir juntos. É um espaço para pensar no casamento não apenas como uma instituição ou contrato, mas como um vínculo vivo entre duas subjetividades que carregam experiências, crenças, medos, sonhos, valores e maneiras diferentes de se relacionar com o mundo.</p><p class="" data-start="1408" data-end="1930">Não se trata de corrigir falhas ou &#8220;prever o futuro&#8221;, mas sim de favorecer o autoconhecimento e o conhecimento mútuo. Na psicologia sistêmica, compreendemos que todo casal é formado por dois sistemas familiares distintos que se encontram. Cada parceiro vem de uma história, de um modelo de família, de aprendizados sobre afeto, cuidado, diálogo, conflito, perdão. Esses legados, ainda que muitas vezes inconscientes, influenciam diretamente a forma como o casal se conecta e enfrenta os desafios cotidianos da vida a dois.</p><p class="" data-start="1932" data-end="2459">O aconselhamento pré-conjugal, neste sentido, ajuda a tornar essas heranças mais visíveis, mais nomeáveis. Ao falar sobre temas como finanças, filhos, sexualidade, espaço individual, planos de futuro, papel das famílias de origem e até expectativas sobre a convivência, o casal pode acessar camadas mais profundas do relacionamento e perceber que o amor não se sustenta apenas de boas intenções, mas da disposição para o diálogo, da escuta empática, da aceitação das diferenças e da capacidade de construir acordos respeitosos.</p><p class="" data-start="2461" data-end="2923">Muitos casais que buscam essa orientação expressam que não tinham ideia do quanto ainda havia para ser conversado. E é justamente nesse encontro entre o &#8220;não dito&#8221; e o &#8220;poder dizer&#8221; que o vínculo se fortalece. A experiência prática mostra que casais que passam por um processo pré-conjugal bem conduzido tendem a lidar melhor com os inevitáveis momentos de conflito, pois já desenvolveram habilidades de comunicação e estratégias para a negociação de interesses.</p><p class="" data-start="2925" data-end="3334">Além disso, dados de pesquisas na área da psicologia conjugal apontam que casais que participam de processos de aconselhamento antes do casamento têm índices significativamente mais altos de satisfação relacional e menor propensão à separação nos primeiros anos da vida a dois. Embora o aconselhamento não funcione como uma “garantia de sucesso”, ele oferece ferramentas fundamentais para o crescimento mútuo.</p><p class="" data-start="3336" data-end="3821">Na prática clínica, é comum perceber que casais que começam essa jornada mais conscientes de suas vulnerabilidades e potencialidades enfrentam com mais maturidade os desafios que surgem. O aconselhamento permite, por exemplo, que diferenças não sejam vistas como ameaças, mas como possibilidades de aprendizado. Permite também que fantasias sobre o “casamento perfeito” deem lugar a um projeto realista, possível, construído a partir da escuta mútua e da escolha diária de estar junto.</p><p class="" data-start="3823" data-end="4217">E não se trata de um processo voltado apenas a casais em conflito. Muito pelo contrário. O aconselhamento pré-conjugal é, muitas vezes, um espaço de celebração: um lugar de reconhecimento da história do casal, de valorização do que os uniu e de planejamento amoroso e consciente para o futuro. É um tempo de cuidado, de investimento emocional e simbólico nessa nova etapa da vida que se inicia.</p><p class="" data-start="4219" data-end="4574">Em uma época onde os relacionamentos amorosos são cada vez mais desafiados por um ritmo acelerado, pela falta de tempo para o encontro genuíno, e por modelos cada vez mais individualistas de vida, investir na construção de um vínculo sólido e saudável é um ato de coragem e responsabilidade. É assumir que o amor também se aprende, se cuida e se constrói.</p><p class="" data-start="4576" data-end="4925">Se você está prestes a dar esse passo tão importante em sua vida, considere o aconselhamento pré-conjugal não como uma formalidade, mas como um presente que você oferece a si e à sua relação. Um tempo de escuta, de reflexão e de presença, onde o que está em jogo é muito mais do que a cerimônia de casamento: é a vida que vocês desejam viver juntos.</p>						</div>
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							<h2><span style="color: #00ccff;">Bibliografia:</span></h2><ul><li><p>Garcia, M. T., &amp; Silva, R. L. (2023). <a href="https://margaretevolpi.com.br/aconselhamento-pre-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">A importância do aconselhamento pré-conjugal no fortalecimento das relações familiares</a>. <em>Revista Brasileira de Psicologia Sistêmica</em>, 18(2), 45-60.<br />Disponível em: <a href="https://rbpsystemica.com.br" target="_new" rel="noopener">https://rbpsystemica.com.br</a></p></li><li><p>Souza, P. L., &amp; Rodrigues, M. A. (2022). <strong>Aconselhamento pré-conjugal: Ferramentas para a construção de um casamento saudável</strong>. <em>Psicologia &amp; Casamento</em>, 5(3), 29-43.<br />Disponível em: <a href="https://psicologiaecasamento.com.br" target="_new" rel="noopener">https://psicologiaecasamento.com.br</a></p></li><li><p>Pereira, C. S. (2021). <strong>Desafios e benefícios do aconselhamento antes do matrimônio</strong>. <em>Jornal de Psicologia Relacional</em>, 27(1), 15-28.<br />Disponível em: <a href="https://psicologiarelacional.com.br" target="_new" rel="noopener">https://psicologiarelacional.com.br</a></p></li><li><p>Almeida, V. R. (2020). <strong>Planejamento familiar e a eficácia do aconselhamento pré-conjugal</strong>. <em>Revista de Terapia Sistêmica e Casamento</em>, 32(4), 78-90.<br />Disponível em: <a href="https://revistaterapiasistemica.com.br" target="_new" rel="noopener">https://revistaterapiasistemica.com.br</a></p></li><li><p>Ferreira, A. C., &amp; Ramos, D. F. (2023). <strong>Preparação para a vida a dois: O papel do aconselhamento pré-conjugal na resolução de conflitos</strong>. <em>Psicologia e Família Contemporânea</em>, 14(2), 50-67.<br />Disponível em: <a href="https://familia-contemporanea.com.br" target="_new" rel="noopener">https://familia-contemporanea.com.br</a></p></li></ul>						</div>
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		<title>&#8220;Psicoterapia de Casal: Superando Desafios Juntos&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 12:40:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Psicoterapia de Casal é uma grande aliada em ajudar os casais a superar seus desafios. Os relacionamentos conjugais são complexos e dinâmicos, exigindo dedicação e trabalho contínuo para manter a harmonia e o amor. Quando surgem dificuldades, a psicoterapia de casal pode ser uma ferramenta essencial para ajudar os parceiros a superar desafios e fortalecer [&#8230;]</p>
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							<p>Psicoterapia de Casal é uma grande aliada em ajudar os casais a superar seus desafios. Os relacionamentos conjugais são complexos e dinâmicos, exigindo dedicação e trabalho contínuo para manter a harmonia e o amor. Quando surgem dificuldades, a psicoterapia de casal pode ser uma ferramenta essencial para ajudar os parceiros a superar desafios e fortalecer seu vínculo.</p><h4>Características do <a href="https://margaretevolpi.com.br/10-dicas-quarentena-nos-relacionamentos-conjugais-2/" target="_blank" rel="noopener">Relacionamento Conjugal</a></h4><p>Cada relacionamento é único, mas há aspectos fundamentais que influenciam a qualidade e a estabilidade de qualquer vínculo conjugal. Entre eles:</p><ul><li><a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/" target="_blank" rel="noopener">Comunicação:</a> A habilidade de compartilhar pensamentos, sentimentos e necessidades de maneira clara e aberta é crucial para um relacionamento saudável.</li><li><strong>Intimidade</strong>: A conexão emocional e física entre os parceiros, que fortalece o vínculo e promove a proximidade.</li><li><strong>Confiança</strong>: A base de qualquer relacionamento sólido, permitindo que os parceiros se sintam seguros e valorizados.</li><li><strong>Compromisso</strong>: A dedicação mútua ao relacionamento, refletindo a intenção de permanecer juntos e trabalhar nas dificuldades.</li></ul><h4>Problemas Comuns no <a href="https://margaretevolpi.com.br/a-comunicacao-na-vida-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">Relacionamento Conjugal</a></h4><p>Ao longo do tempo, os casais podem enfrentar diversos desafios que testam a força de seu vínculo. Alguns problemas comuns incluem:</p><ul><li><p><a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/" target="_blank" rel="noopener">Dificuldades de Comunicação:</a></p><ul><li><strong>Falta de Diálogo Aberto</strong>: Quando os parceiros não conseguem compartilhar abertamente seus pensamentos e sentimentos, levando a mal-entendidos e ressentimentos.</li><li><strong>Mal-entendidos Frequentes</strong>: A comunicação ineficaz pode resultar em desentendimentos constantes, minando a harmonia do relacionamento.</li><li><strong>Dificuldade em Expressar Sentimentos</strong>: A incapacidade de expressar emoções e necessidades pode criar barreiras emocionais entre os parceiros.</li></ul></li><li><p><strong>Questões de Intimidade</strong>:</p><ul><li><strong>Diminuição da Conexão</strong>: A falta de conexão emocional e física pode levar a sentimentos de distância e desconexão.</li><li><strong>Desconexão Emocional</strong>: A ausência de intimidade emocional pode resultar em uma sensação de solidão e insatisfação no relacionamento.</li></ul></li><li><p><strong>Falta de Confiança</strong>:</p><ul><li><strong>Desconfiança Mútua</strong>: Pode surgir devido a experiências passadas, segredos mantidos ou comportamentos desonestos.</li><li><strong>Insegurança</strong>: A falta de confiança pode gerar insegurança e ciúmes, exacerbando os conflitos conjugais.</li></ul></li><li><p><strong>Compromisso Enfraquecido</strong>:</p><ul><li><strong>Dúvidas sobre o Futuro</strong>: Quando um ou ambos os parceiros têm dificuldades em manter o compromisso com o relacionamento, surgem dúvidas sobre o futuro juntos.</li><li><strong>Falta de Dedicação</strong>: A falta de esforço para manter o relacionamento pode enfraquecer o vínculo conjugal.</li></ul></li></ul><h4>Soluções Através da <a href="https://vimeo.com/363829583" target="_blank" rel="noopener">Psicoterapia de Casal</a></h4><p>A psicoterapia de casal pode oferecer soluções eficazes para os desafios enfrentados nos relacionamentos conjugais, promovendo a compreensão mútua e o fortalecimento do vínculo.</p><ul><li><p><strong>Exploração e Resolução de Problemas</strong>:</p><ul><li><strong>Espaço Seguro</strong>: A terapia oferece um ambiente seguro para os casais explorarem suas questões e conflitos subjacentes.</li><li><strong>Identificação de Padrões</strong>: Os terapeutas ajudam os casais a identificarem e modificar padrões de comunicação prejudiciais.</li></ul></li><li><p><strong>Melhoria da Comunicação</strong>:</p><ul><li><strong>Habilidades de Comunicação</strong>: Os terapeutas ensinam técnicas de comunicação eficazes, incluindo a escuta ativa e a expressão clara e empática.</li><li><strong>Resolução de Conflitos</strong>: Ferramentas para resolver conflitos de maneira construtiva são desenvolvidas e praticadas.</li></ul></li><li><p><strong>Reconstrução da Intimidade</strong>:</p><ul><li><strong>Reconexão Emocional e Física</strong>: A terapia ajuda os parceiros a reconectarem-se emocional e fisicamente, explorando maneiras de aumentar a intimidade no relacionamento.</li><li><strong>Exploração da Intimidade</strong>: Técnicas e exercícios para fortalecer a proximidade emocional e física são introduzidos.</li></ul></li><li><p><strong>Construção de Confiança</strong>:</p><ul><li><strong>Transparência e Honestidade</strong>: Os terapeutas trabalham com os casais para promover a transparência e a honestidade, fundamentais para reconstruir a confiança mútua.</li><li><strong>Reparação da Confiança</strong>: Estratégias específicas para lidar com questões de confiança são discutidas e implementadas.</li></ul></li><li><p><strong>Fortalecimento do Compromisso</strong>:</p><ul><li><strong>Reafirmação do Compromisso</strong>: A terapia ajuda os parceiros a reafirmarem seu compromisso um com o outro, explorando suas necessidades individuais e valores compartilhados.</li><li><strong>Fortalecimento da Ligação Emocional</strong>: Técnicas para fortalecer a ligação emocional e a dedicação ao relacionamento são desenvolvidas.</li></ul></li></ul><h4>Conclusão</h4><p>A psicoterapia de casal é uma ferramenta valiosa para ajudar os casais a enfrentarem suas <a href="https://margaretevolpi.com.br/10-dicas-quarentena-nos-relacionamentos-conjugais-2/" target="_blank" rel="noopener">dificuldades de relacionamento</a>, promovendo a compreensão mútua, a resolução de conflitos e o fortalecimento do vínculo conjugal. Com o apoio adequado, os casais podem criar um ambiente familiar mais saudável e amoroso, superando os desafios e construindo um futuro juntos.</p><p>Para mais informações e para agendar uma consulta, entre em contato conosco. Estamos aqui para ajudar.</p><p style="text-align: center;"><b>Autor: Margarete  Volpi<br />Psicoterapeuta Familiar e casal.</b></p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><ol><li><p><strong>Zimerman, D. E.</strong> (2019). <em>Psicoterapia de Casal e Família: Teoria e Técnica</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Féres-Carneiro, T.</strong> (2021). <em>Casal e Família: Entre a Teoria e a Clínica</em>. Editora Casa do Psicólogo.</p></li><li><p><strong>Wagner, A.</strong> (2018). <em>Relacionamentos Amorosos: O Que Esperar e Como Superar Dificuldades</em>. Editora Pearson.</p></li><li><p><strong>Costa, C. S.</strong>, &amp; <strong>Fernandes, A. M.</strong> (2020). <em>A Prática da Psicoterapia de Casal: Abordagens e Intervenções Contemporâneas</em>. Editora Appris.</p></li><li><p><strong>Carvalho, M. P.</strong>, &amp; <strong>Silva, L. M.</strong> (2019). <em>Superando Conflitos no Relacionamento: Um Guia Terapêutico para Casais</em>. Editora Sinopsys.</p></li><li><p><strong>Araújo, V. F.</strong>, &amp; <strong>Medeiros, A. R.</strong> (2022). <em>Comunicação e Resolução de Conflitos na Psicoterapia de Casal: Princípios e Técnicas</em>. Editora Juruá.</p></li><li><p><strong>Ribeiro, M. G.</strong> (2021). <em>Dinâmicas de Poder e Intimidade no Casal: Uma Perspectiva Psicoterapêutica Sistêmica</em>. Editora Loyola.</p></li><li><p><strong>Vieira, R. T.</strong>, &amp; <strong>Amaral, P. C.</strong> (2023). <em>Superando Desafios em Relacionamentos: Intervenções Terapêuticas para Casais</em>. Editora Vozes.</p></li><li><p><strong>Martins, F. J.</strong> (2020). <em>A Terapia de Casal e os Desafios da Modernidade: Abordagens Inovadoras</em>. Editora InterSaberes.</p></li><li><p><strong>Fernandes, R. S.</strong>, &amp; <strong>Souza, E. F.</strong> (2019). <em>Psicoterapia de Casal: Enfrentando as Dificuldades e Fortalecendo a Relação</em>. Revista Brasileira de Terapias Sistêmicas, 15(2), 98-112.</p></li></ol>						</div>
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		<title>Famílias Reconstituídas Como Madrastas e Padrastos Podem Construir Vínculos Fortes</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 12:03:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento do número de famílias reconstituídas, formadas após divórcios ou separações, e a pluralização dos papéis parentais nos fazem repensar a estrutura familiar e como esses novos papéis são construídos, especialmente o de madrastas e padrastos. Estes papéis são diferentes daqueles tradicionalmente atribuídos aos substitutos de pais falecidos. Hoje, com a co-parentalidade, os pais [&#8230;]</p>
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							<p style="text-align: center;">O aumento do número de famílias reconstituídas, formadas após <a href="https://margaretevolpi.com.br/adolescentes-do-divorcio/" target="_blank" rel="noopener">divórcios ou separações</a>, e a pluralização dos papéis parentais nos fazem repensar a estrutura familiar e como esses novos papéis são construídos, especialmente o de madrastas e padrastos. Estes papéis são diferentes daqueles tradicionalmente atribuídos aos substitutos de pais falecidos. Hoje, com a co-parentalidade, os pais biológicos continuam envolvidos, mesmo após a separação.</p><p style="text-align: left;"><strong>Desafios da Nova Configuração Familiar</strong></p><p style="text-align: left;">Historicamente, as madrastas eram vistas de maneira negativa, muitas vezes retratadas como egoístas e frias em contos de fadas. Esse estereótipo vinha de um contexto em que a madrasta substituía a mãe falecida. Estudos de Falcke e Wagner mostram que tanto mães quanto madrastas são vistas como responsáveis pelo bem-estar da família, assumindo papéis de cuidadora e educadora.</p><p style="text-align: left;">Hoje, a maioria dos recasamentos envolve pessoas divorciadas e as mães biológicas continuam presentes na vida dos filhos. Em muitos casos, a guarda é compartilhada, permitindo que os filhos convivam com ambos os pais e a madrasta. A expectativa de que a madrasta ame os enteados da mesma forma que uma mãe biológica pode ser uma pressão desnecessária e irrealista.</p><p style="text-align: left;"><a href="https://margaretevolpi.com.br/mae-ou-madrasta-qual-a-questao/" target="_blank" rel="noopener">As (Novas) Madrastas e Padrastos</a></p><p style="text-align: left;">Com o recasamento, surge o que chamamos de (novas) madrastas e padrastos. Eles compartilham relações e responsabilidades com os enteados e os pais biológicos, criando uma complexa teia de interações. Diferentemente do passado, quando a madrasta ou padrasto entrava em cena após a morte de um dos pais, hoje eles se juntam a famílias onde os pais biológicos ainda estão presentes e ativos.</p><h2 style="text-align: left;"><strong>Modelos de Funcionamento em Famílias Reconstituídas</strong></h2><p style="text-align: left;">Segundo Rivas (2012), existem três modelos principais de funcionamento em famílias recasadas. Vamos explicar cada um deles de forma simples:</p><ol style="text-align: left;"><li><strong>Substituição</strong><ul><li><strong>O que é?</strong> Neste modelo, os padrastos ou madrastas assumem as responsabilidades e funções que os pais biológicos não estão mais desempenhando.</li><li><strong>Como funciona?</strong> Imagine que uma criança vive com a mãe e seu novo marido. O pai biológico da criança pode estar ausente da vida dela por vários motivos (distância, falecimento ou outros). Nesse caso, o novo marido da mãe (padrasto) passa a desempenhar os papéis e responsabilidades que o pai biológico não pode cumprir, como ajudar nas tarefas escolares, participar das atividades da criança e oferecer suporte emocional.</li><li><strong>Desafios</strong>: Pode ser difícil para o padrasto ou madrasta encontrar seu lugar e ser aceito pela criança, especialmente se o pai ou mãe biológicos ainda estão vivos, mesmo que distantes.</li></ul></li><li><strong>Duplicação</strong><ul><li><strong>O que é?</strong> Aqui, tanto os pais biológicos quanto os padrastos ou madrastas compartilham as responsabilidades de cuidar das crianças.</li><li><strong>Como funciona?</strong> Imagine uma criança que passa parte do tempo com a mãe e o novo marido (padrasto) e parte do tempo com o pai e a nova esposa (madrasta). Todos os adultos envolvidos colaboram e compartilham tarefas como levar a criança à escola, comparecer a eventos importantes e oferecer suporte emocional e financeiro.</li><li><strong>Desafios</strong>: Este modelo exige boa comunicação e cooperação entre todos os adultos. Pode ser complicado se houver conflitos ou falta de acordo sobre a criação da criança.</li></ul></li><li><strong>Evitação</strong><ul><li><strong>O que é?</strong> Neste modelo, apenas os pais biológicos mantêm as responsabilidades parentais, enquanto padrastos e madrastas têm um papel mínimo ou inexistente na criação dos filhos.</li><li><strong>Como funciona?</strong> Imagine que uma criança vive com a mãe e o padrasto. No entanto, o padrasto não se envolve nas decisões ou na vida cotidiana da criança; quem cuida dessas responsabilidades é apenas a mãe e, possivelmente, o pai biológico, se ele estiver presente.</li><li><strong>Desafios</strong>: Pode haver confusão e ressentimento se os papéis não forem claramente definidos ou se o padrasto ou madrasta desejar um envolvimento maior, mas não for permitido ou bem-vindo.</li></ul></li></ol><p style="text-align: left;"><strong>Construindo Novos Vínculos</strong></p><p style="text-align: left;">O relacionamento entre enteados e madrastas/padrastos é influenciado por várias experiências e contextos. A idade e a maturidade da criança, o momento da dissolução da primeira família, e se os enteados moram ou não com a madrasta/padrasto são fatores cruciais para estabelecer um relacionamento íntimo (Smith, 1995; Teyber, 1995).</p><p style="text-align: left;">Para os padrastos, a dinâmica do relacionamento com os enteados é desafiadora. Muitos enfrentam a expectativa de preencher um papel que tradicionalmente era associado a uma mãe ou pai biológico. No entanto, o envolvimento e cuidado oferecido pelos padrastos pode ser muito significativo, mesmo que diferente do papel tradicional.</p><p style="text-align: left;"><strong>A Complexidade da Parentalidade em Famílias Reconstituídas</strong></p><p style="text-align: left;">Nas últimas quatro décadas, o número de divórcios aumentou significativamente. Com isso, vimos um crescimento nas famílias onde apenas um dos pais (monoparentalidade) cuida dos filhos, e nas situações em que o pai ou a mãe não vive com a criança (parentalidade não residente). Muitas vezes, depois de uma separação, os pais encontram novos parceiros e formam novas famílias, o que traz novas dinâmicas para a parentalidade.</p><p style="text-align: left;"><strong>Parentalidade Social e Biológica</strong></p><p style="text-align: left;">Quando os pais biológicos se separam e um deles se casa novamente, o <a href="https://vimeo.com/363827267?autoplay=1&amp;muted=1&amp;contextual=viewer_home&amp;stream_id=Y2xpcHN8MTAzNTEzNjQwfGlkOmRlc2N8eyJyZW1vdmVfdm9kX3RpdGxlcyI6ZmFsc2V9" target="_blank" rel="noopener">novo cônjuge</a> (madrasta ou padrasto) pode assumir algumas responsabilidades parentais. No entanto, isso não significa que eles substituem os pais biológicos. Em vez disso, temos uma situação em que a parentalidade social (do padrasto ou madrasta) se junta à parentalidade biológica (do pai e da mãe).</p><p style="text-align: left;"><strong>Novas Configurações Familiares</strong></p><p style="text-align: left;">Essa combinação de diferentes papéis parentais cria uma nova estrutura, onde a criança pode contar com três adultos para cuidar dela: o pai, a mãe e o novo cônjuge de um deles. Esse modelo é chamado de <strong>pluriparentalidade</strong>, que significa ter múltiplos pais. A entrada de um novo padrasto ou madrasta na vida da criança, junto com a saída de um dos pais biológicos da casa, forma o que chamamos de <strong>tríade parental</strong>. Isso significa que, em vez de ter apenas dois pais, a criança tem três adultos desempenhando papéis parentais.</p><p style="text-align: left;"><strong>O Impacto na Dinâmica Familiar</strong></p><p style="text-align: left;">Ter três adultos com papéis parentais pode tornar a situação mais complexa, pois cada um deles pode ter diferentes ideias sobre como criar a criança. Essa nova configuração pode ser desafiadora, mas também oferece a oportunidade de construir uma rede de apoio mais ampla para a criança. Para que essa dinâmica funcione bem, é importante que todos os adultos envolvidos mantenham uma boa <a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/" target="_blank" rel="noopener">comunicação e cooperação.</a></p><p style="text-align: left;"><strong>Ajudando a Navegar essas Mudanças</strong></p><p style="text-align: left;">A psicoterapia familiar pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar famílias reconstituídas a navegar essas mudanças. Um terapeuta pode ajudar a melhorar a comunicação, definir papéis e expectativas claras, e resolver conflitos de maneira saudável. Com o suporte certo, essas novas famílias podem construir relacionamentos fortes e saudáveis, proporcionando um ambiente estável e amoroso para as crianças.</p><p style="text-align: left;"><strong>O Papel dos Pais Biológicos e Sociais</strong></p><p style="text-align: left;">Relatos indicam que os pais biológicos podem assumir uma postura passiva nas relações com seus filhos após a separação, o que resulta em um maior comprometimento das madrastas e padrastos em manter as relações paterno-filiais. A dificuldade para exercer uma paternidade mais ativa e o deslocamento de funções para os novos cônjuges é um desafio constante.</p><p style="text-align: left;">A influência positiva de madrastas e padrastos destaca a importância do diálogo e do entendimento mútuo. É essencial que cada membro da família tenha flexibilidade e respeito ao espaço do outro para acomodar seus papéis na nova configuração familiar.</p><p style="text-align: left;"><strong>Como a Psicoterapia Familiar Pode Ajudar</strong></p><p style="text-align: left;">A psicoterapia familiar é uma ferramenta valiosa para ajudar famílias que enfrentam a complexidade das novas configurações familiares. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a terapia pode ser benéfica:</p><ol style="text-align: left;"><li><a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/" target="_blank" rel="noopener">Facilitar a Comunicação:</a> A terapia familiar cria um ambiente seguro onde todos os membros podem expressar seus sentimentos e preocupações. Isso ajuda a melhorar a comunicação e a resolver conflitos de forma construtiva.</li><li><strong>Definir Papéis e Expectativas</strong>: A terapia pode ajudar a definir claramente os papéis de cada membro da família, incluindo madrastas e padrastos, reduzindo confusões e expectativas irreais.</li><li><strong>Construir Vínculos Emocionais</strong>: A terapia pode promover a construção de vínculos emocionais entre os novos membros da família, ajudando madrastas e padrastos a desenvolverem relacionamentos positivos com seus enteados.</li><li><a href="https://vimeo.com/363825574?autoplay=1&amp;muted=1&amp;contextual=viewer_home&amp;stream_id=Y2xpcHN8MTAzNTEzNjQwfGlkOmRlc2N8eyJyZW1vdmVfdm9kX3RpdGxlcyI6ZmFsc2V9" target="_blank" rel="noopener">Superar Ressentimentos</a>: A terapia familiar pode ajudar a superar ressentimentos e mágoas do passado, permitindo que a família se concentre em construir um futuro harmonioso.</li><li><strong>Apoiar a Co-Parentalidade</strong>: A terapia pode ajudar os pais biológicos e sociais a trabalharem juntos de forma cooperativa, beneficiando o bem-estar das crianças.</li></ol><p style="text-align: left;"><strong>O Papel do Psicólogo e da Sociedade</strong></p><p style="text-align: left;">O papel do psicólogo, especialmente no judiciário e na Psicoterapia familiar Sistêmica Clínica ou educacional, é fundamental para identificar a dinâmica relacional de cada família e promover a reflexão sobre os papéis de cada um no cuidado dos filhos. Este profissional deve superar a concepção tradicional de família e abarcar as diversas configurações familiares, incluindo os novos membros que chegam com o recasamento.</p><p style="text-align: left;">Além disso, é crucial que as instituições ampliem o entendimento do que é ser família e quais membros a integram. Clínicas voltadas à família devem incorporar esses novos membros. Para futuros estudos, é importante envolver todos os integrantes da família recasada para uma compreensão mais completa dessa nova configuração familiar.</p><p style="text-align: left;"><strong>Conclusão</strong></p><p style="text-align: left;">A nova configuração familiar traz desafios, mas também oportunidades para construir relacionamentos saudáveis e de apoio. Compreender a complexidade dos papéis e estabelecer um diálogo claro e aberto pode ajudar as famílias recasadas a criar um ambiente de respeito e amor, onde todos se sintam valorizados. Flexibilidade e respeito mútuo são essenciais para acomodar esses novos papéis dentro da família contemporânea. A psicoterapia familiar pode ser uma ferramenta crucial para facilitar esse processo, ajudando a família a navegar pelos desafios e a construir um futuro harmonioso juntos.</p><p><strong>Dra. Margarete Ap. Volpi</strong><br /><strong>Psicoterapeuta Familiar e casal.</strong></p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><ol><li><p><strong>Carter, B., &amp; McGoldrick, M.</strong> (2021). <em>As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar: Uma Estrutura para a Terapia Familiar</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Féres-Carneiro, T.</strong> (2014). <em>Família Contemporânea e Ciclo Vital: Intervenções Terapêuticas</em>. Editora Casa do Psicólogo.</p></li><li><p><strong>Wagner, A.</strong> (2019). <em>Famílias Reconstituídas: Desafios e Possibilidades</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Silva, M. R.</strong>, &amp; <strong>Oliveira, A. P.</strong> (2020). <em>Conflitos e Adaptações em Famílias Reconstituídas: Um Olhar Sistêmico</em>. Editora Juruá.</p></li><li><p><strong>Dias, A. P.</strong> (2022). <em>Famílias Mosaico: Dinâmicas e Desafios nas Novas Configurações Familiares</em>. Editora Sinopsys.</p></li><li><p><strong>Gomes, C. R.</strong>, &amp; <strong>Lopes, F. M.</strong> (2019). <em>Psicoterapia com Famílias Reconstituídas: Teoria e Prática</em>. Editora Appris.</p></li><li><p><strong>Almeida, R. M.</strong>, &amp; <strong>Ferreira, P. T.</strong> (2021). <em>A Nova Família: Reconstituições e Desafios na Contemporaneidade</em>. Editora Vozes.</p></li><li><p><strong>Nogueira, M. C.</strong>, &amp; <strong>Sousa, L. R.</strong> (2020). <em>Relações Interpessoais em Famílias Reconstituídas: Estratégias para a Convivência Harmônica</em>. Editora Loyola.</p></li><li><p><strong>Pereira, S. F.</strong>, &amp; <strong>Santos, G. M.</strong> (2018). <em>Famílias Mistas: Adaptação e Convivência em Diferentes Contextos</em>. Revista Brasileira de Terapias Familiares, 24(3), 67-82.</p></li><li><p><strong>Figueiredo, A. M.</strong>, &amp; <strong>Almeida, J. G.</strong> (2023). <em>Dinâmicas e Desafios das Famílias Reconstituídas: Um Enfoque Psicossocial</em>. Editora InterSaberes.</p></li></ol>						</div>
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		<title>Resolvendo Conflitos: A Importância da Psicoterapia Familiar</title>
		<link>https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[margarete]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 15:27:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resolvendo conflitos familiares é essencial no cotidiano. A comunicação é vital para expressar pensamentos, compartilhar sentimentos e entender necessidades. Contudo, resolver conflitos eficazmente nem sempre é fácil. Muitas famílias enfrentam desafios na comunicação clara e respeitosa, levando a brigas, mal-entendidos e ressentimentos. Resolvendo conflitos de forma inadequada pode criar tensão constante, prejudicando relacionamentos e o bem-estar [&#8230;]</p>
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							<p>Resolvendo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AIVZESNBYKc&amp;t=2s" target="_blank" rel="noopener">conflitos familiares</a> é essencial no cotidiano. A comunicação é vital para expressar pensamentos, compartilhar sentimentos e entender necessidades. Contudo, resolver conflitos eficazmente nem sempre é fácil. Muitas famílias enfrentam desafios na comunicação clara e respeitosa, levando a brigas, mal-entendidos e ressentimentos. Resolvendo conflitos de forma inadequada pode criar tensão constante, prejudicando relacionamentos e o bem-estar familiar. Abordar problemas de comunicação é crucial para um ambiente harmonioso, resolvendo conflitos e fortalecendo laços familiares.</p><p>A boa notícia é que há soluções disponíveis. A <a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-familiar/" target="_blank" rel="noopener">psicoterapia familiar </a>se destaca como uma abordagem eficaz para lidar com esses desafios. Por meio de um trabalho colaborativo e estruturado, a terapia pode ajudar a melhorar a comunicação dentro da família, promover o entendimento mútuo e resolver conflitos de maneira construtiva. Neste artigo, exploraremos como a comunicação deficiente impacta a dinâmica familiar e como a psicoterapia familiar pode ser uma ferramenta poderosa para transformar essas interações, promovendo um ambiente mais harmonioso e compreensivo para todos.</p><h3><strong>Comunicação Deficiente: O Papel da Psicoterapia Familiar</strong></h3><p>A comunicação eficaz é fundamental para a saúde e o bem-estar de qualquer família. No entanto, muitos lares enfrentam desafios significativos quando se trata de expressar pensamentos, sentimentos e necessidades de maneira clara e respeitosa. A comunicação deficiente pode manifestar-se de várias formas, incluindo brigas frequentes, dificuldade em se expressar, falta de escuta, interpretação errada das mensagens e a evitação de conversas difíceis. Esses problemas podem gerar mal-entendidos, ressentimentos e tensão acumulada ao longo do tempo, prejudicando os relacionamentos familiares.</p><h3><strong>Brigas Frequentes</strong></h3><p>Muitos conflitos familiares surgem de discussões constantes sobre pequenas coisas, que nunca chegam a uma resolução satisfatória. Essas brigas frequentes não apenas desgastam os relacionamentos, mas também criam um ambiente de tensão e negatividade, dificultando a convivência harmoniosa.</p><h3><strong>Dificuldade em se expressar</strong></h3><p>A dificuldade em expressar <a href="https://youtu.be/YnV8OSVgP_U" target="_blank" rel="noopener">verdadeiramente </a>o que se sente ou pensa é outro grande obstáculo. Quando os membros da família não conseguem se comunicar de forma aberta e honesta, mal-entendidos e frustrações se acumulam, minando a confiança e o entendimento mútuo.</p><h3><strong>Falta de Escuta</strong></h3><p>A comunicação eficaz não envolve apenas falar, mas também ouvir. Muitas famílias enfrentam problemas porque, quando um membro fala, os outros não prestam a devida atenção ou não se esforçam para entender seu ponto de vista. Essa falta de escuta ativa contribui para a sensação de isolamento e incompreensão.</p><h3><strong>Interpretação Errada</strong></h3><p>Mensagens mal interpretadas são uma fonte comum de conflitos familiares. Quando as intenções e os sentimentos por trás das palavras são frequentemente mal compreendidos, surgem novos desentendimentos e ressentimentos, dificultando ainda mais a comunicação eficaz.</p><h3><strong>Evitação de Conversas Difíceis</strong></h3><p>Muitas famílias evitam discussões sobre problemas importantes, preferindo &#8220;varrer para debaixo do tapete&#8221; questões que geram desconforto. No entanto, essa evitação só acumula tensão ao longo do tempo, levando a explosões emocionais e conflitos não resolvidos.</p><h2><strong>Como a Psicoterapia Familiar Pode Ajudar</strong></h2><p>A <a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-familiar/" target="_blank" rel="noopener">psicoterapia familiar </a>oferece uma abordagem eficaz para melhorar a comunicação e resolver conflitos dentro da família. Com a ajuda de um terapeuta, os membros da família podem desenvolver habilidades de comunicação, aprender a resolver conflitos de maneira construtiva e criar um ambiente mais harmonioso e compreensivo.</p><h4><strong>Criação de um Espaço Seguro</strong></h4><p>Um terapeuta familiar cria um ambiente seguro onde todos os membros da família se sentem à vontade para expressar seus sentimentos e preocupações sem medo de julgamento ou retaliação. Esse espaço seguro é essencial para iniciar um diálogo aberto e honesto.</p><h4><strong>Ensino de Habilidades de Comunicação</strong></h4><p>Os terapeutas familiares ensinam técnicas de comunicação eficazes, como a escuta ativa, o uso de &#8220;eu&#8221; em vez de &#8220;você&#8221; para evitar culpas, e a expressão de sentimentos de forma clara e respeitosa. Essas habilidades ajudam a melhorar a compreensão e a reduzir os conflitos.</p><h4><strong>Facilitação do Diálogo</strong></h4><p>Durante as sessões de terapia, o terapeuta facilita conversas difíceis, ajudando os membros da família a abordarem assuntos delicados de maneira construtiva. Essa mediação profissional pode ser crucial para resolver questões que foram evitadas por muito tempo.</p><h4><strong>Promoção da Empatia</strong></h4><p>A terapia familiar promove a empatia, ajudando os membros da família a entenderem e respeitarem os sentimentos e perspectivas uns dos outros. Isso fortalece os laços familiares e melhora a convivência.</p><h2><strong>Resolvendo Conflitos</strong></h2><p>O terapeuta trabalha com a família para identificar as causas subjacentes dos conflitos e desenvolver estratégias para resolvê-los. Isso inclui a modificação de padrões de comunicação prejudiciais e a criação de novas formas de interação.</p><p>O terapeuta incentiva a família a trabalhar em conjunto para encontrar soluções que funcionem para todos. Essa abordagem colaborativa promove um senso de unidade e cooperação, essencial para a resolução eficaz dos problemas.</p><h4><strong>Conclusão</strong></h4><p>A comunicação deficiente pode causar muitos problemas dentro de uma família, mas a psicoterapia familiar oferece caminhos eficazes para melhorar essa dinâmica. Ao criar um espaço seguro, ensinar habilidades de comunicação, facilitar diálogos difíceis e promover a empatia, a terapia familiar pode transformar a maneira como os membros da família se comunicam, ajudando a criar um ambiente mais harmonioso e compreensivo. Se você ou sua família estão enfrentando dificuldades de comunicação, considere procurar a ajuda de um terapeuta familiar para iniciar um processo de mudança positiva.</p>						</div>
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							<p style="text-align: center;">Autora: Margarete Volpi</p><p style="text-align: center;"><span style="color: #00ccff;">Psicoterapeuta Sistêmica</span></p><p><span style="color: #00ccff;"><strong>Referências Bibliográficas</strong></span></p><ol><li><p><strong>Fisher, R., Ury, W., &amp; Patton, B.</strong> (2011). <em>Como Chegar ao Sim: Negociação de Acordos sem Concessões</em>. Editora Imago.</p></li><li><p><strong>Zimerman, D. E.</strong> (2019). <em>Psicoterapia de Casal e Família: Teoria e Técnica</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Féres-Carneiro, T.</strong> (2021). <em>Conflitos e Relações Conjugais: Entre o Amor e o Poder</em>. Editora Casa do Psicólogo.</p></li><li><p><strong>Costa, C. S.</strong>, &amp; <strong>Fernandes, A. M.</strong> (2020). <em>Resolução de Conflitos na Psicoterapia de Casal: Técnicas e Estratégias Práticas</em>. Editora Appris.</p></li><li><p><strong>Wagner, A.</strong> (2018). <em>Relacionamentos Amorosos: O Que Esperar e Como Superar Dificuldades</em>. Editora Pearson.</p></li></ol>						</div>
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		<title>Fase de Aquisição na Família</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 14:51:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fase de aquisição no ciclo vital familiar é uma etapa cheia de entusiasmo e desafios. É o período em que os casais, ao formar uma nova família, começam a estruturar suas vidas, tomando decisões que definirão seu futuro juntos. De acordo com Cerveny e Berthoud (1997), essa fase é marcada pela aquisição não apenas de bens [&#8230;]</p>
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							<p>A fase de aquisição no ciclo vital familiar é uma etapa cheia de entusiasmo e desafios. É o período em que os <a href="https://vimeo.com/363829583" target="_blank" rel="noopener">casais,</a> ao formar uma nova família, começam a <a href="https://margaretevolpi.com.br/aconselhamento-pre-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">estruturar suas vidas</a>, tomando decisões que definirão seu futuro juntos. De acordo com Cerveny e Berthoud (1997), essa fase é marcada pela aquisição não apenas de bens materiais, como um lar, móveis e um carro, mas também de valores, costumes e a criação de um novo sistema familiar. Mas à medida que a sociedade evolui, novas configurações familiares surgem, trazendo à tona diferentes formas de viver essa fase tão importante.</p><h3><strong><b>O Início de Uma Nova Vida</b></strong></h3><p>Quando um casal decide se unir, seja através do casamento formal ou de uma união consensual, inicia-se um processo de construção que vai além do simples compartilhamento de um teto. Nesse início, os parceiros buscam conquistar estabilidade financeira, escolher o lugar ideal para morar, adquirir os bens necessários para facilitar o dia a dia e, ao mesmo tempo, começam a estabelecer as bases do que será a nova família.</p><p>Por exemplo, imagine um casal que, depois de anos de namoro, decide morar junto. Eles estão animados para montar a casa, escolher os móveis e decorar o novo lar. Cada decisão, desde a compra do sofá até a escolha dos pratos para a cozinha, faz parte da construção de um espaço que reflete a união deles. No entanto, essa fase não é apenas sobre a aquisição de bens, mas também sobre a construção de uma nova identidade familiar, onde ambos trazem e integram os valores aprendidos em suas famílias de origem.</p><h3><strong><b>A Formação de </b></strong><a href="https://margaretevolpi.com.br/familias-reconstituidas/" target="_blank" rel="noopener">Novos Modelos Familiares</a></h3><p>Hoje, a família não se limita mais ao modelo clássico nuclear de pai, mãe e filhos. A sociedade contemporânea abraça uma pluralidade de arranjos familiares que têm ganhado cada vez mais espaço. Temos as famílias monoparentais, onde os filhos convivem apenas com um dos pais, e as famílias reconstituídas, formadas por recasamentos onde filhos de diferentes uniões convivem sob o mesmo teto. Além disso, há casais que optam por não ter filhos e aqueles constituídos por casais homossexuais que, através de avanços científicos e tecnológicos, conseguem exercer a parentalidade por meio de técnicas como a inseminação artificial.</p><p>Por exemplo, considere uma mãe solteira que cria seu filho sozinha. Ela pode enfrentar desafios únicos, como equilibrar trabalho e vida pessoal, mas também pode construir uma rede de apoio entre amigos e familiares que a ajudam a compartilhar as responsabilidades. Por outro lado, pense em um casal homossexual que decide ter um filho através de inseminação artificial. Eles não apenas enfrentam o desafio de criar uma criança, mas também de lidar com as possíveis dificuldades sociais que podem surgir por conta de sua configuração familiar.</p><h3><strong><b>A Chegada do Primeiro Filho: Um Marco de Transformação</b></strong></h3><p>A chegada do primeiro filho é um momento transformador na fase de aquisição. Além de trazer uma nova vida para a família, essa fase redefine os papéis dentro do lar. O casal, antes apenas parceiros, agora assume as responsabilidades de pai e mãe, e com isso, novas questões surgem. Como equilibrar a vida profissional com as novas demandas familiares? Como manter a união do casal com as responsabilidades crescentes?</p><p>Imagine um casal que, após anos juntos, decide ter um filho. O entusiasmo da gravidez é seguido pela preparação para a chegada do bebê—montar o quarto, comprar as roupas e se preparar emocionalmente para a nova fase. No entanto, com a chegada do bebê, o casal percebe que as rotinas mudam drasticamente. As noites mal dormidas, a divisão das tarefas e o cuidado com o recém-nascido trazem novos desafios que exigem uma reavaliação constante da dinâmica familiar.</p><h3><strong><b>Novas Configurações e </b></strong><a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-de-casal-superando-desafios/" target="_blank" rel="noopener">Desafios da Modernidade</a></h3><p>À medida que a sociedade se transforma, os modelos familiares também mudam. Hoje, vemos a emergência de famílias onde as responsabilidades são mais compartilhadas entre homens e mulheres. Em muitas famílias, o homem assume um papel mais ativo no cuidado dos filhos e nas tarefas domésticas, quebrando os antigos estereótipos de gênero. No entanto, essa mudança não é universal.</p><p>Em algumas regiões e culturas, especialmente em camadas mais pobres da sociedade, o modelo tradicional ainda persiste, com o homem como o principal provedor e a mulher como a cuidadora principal da casa e dos filhos. Isso cria um descompasso entre os velhos e novos modelos de vida familiar, onde muitas vezes as mulheres ainda carregam o peso de múltiplos papéis, enfrentando a difícil tarefa de equilibrar carreira, maternidade e vida pessoal.</p><h3><strong><b>O Desafio da Igualdade de Gênero</b></strong></h3><p>Apesar das conquistas na luta pela igualdade de gênero, as famílias ainda enfrentam desafios significativos para alcançar uma divisão mais justa das responsabilidades. Dependendo da cultura, da região e do nível educacional, o envolvimento do homem no cuidado da casa e das crianças pode variar consideravelmente. Em muitas famílias, ainda é a mulher que carrega a maior parte das responsabilidades domésticas e de cuidados, mesmo que também trabalhe fora.</p><p>Por exemplo, uma mulher que trabalha em tempo integral pode ainda ser a principal responsável por cuidar dos filhos, preparar as refeições e manter a casa em ordem. Esse acúmulo de funções pode gerar desgaste físico e emocional, enquanto o homem, mesmo que contribua, pode não compartilhar igualmente dessas responsabilidades. Esse cenário evidencia a necessidade de um diálogo contínuo e de um esforço conjunto para se criar um ambiente familiar mais equilibrado.</p><h3><strong><b>Conclusão: Construindo uma Nova Realidade Familiar</b></strong></h3><p>A fase de aquisição no ciclo vital familiar é repleta de desafios e oportunidades. À medida que as famílias modernas se afastam do modelo tradicional, novas configurações e arranjos surgem, refletindo as mudanças sociais e culturais de nossa época. Seja na escolha de onde morar, na decisão de ter filhos ou na forma como dividem as responsabilidades, os casais de hoje têm a oportunidade de construir um sistema familiar que reflita seus valores e aspirações.</p><p>No entanto, é importante lembrar que cada família é única e que não existe um modelo perfeito. O sucesso na fase de aquisição e em todas as outras fases do ciclo vital familiar depende da capacidade dos membros da família de se adaptarem, de dialogarem e de trabalharem juntos para enfrentar os desafios que surgem. É através desse processo contínuo de aquisição—seja de bens materiais, de valores ou de novas habilidades—que as famílias constroem suas bases para o futuro.</p><p> </p>						</div>
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							<h2><span style="color: #00ccff;">Bibliografia:</span></h2><ul><li><p>CARTER, B.; McGOLDRICK, M. <strong>As mudanças no ciclo de vida familiar: uma estrutura para a terapia familiar</strong>. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2022.</p></li><li><p>BOSZORMENYI-NAGY, I.; SPARK, G. M. <strong>Lealdade invisível: os laços intergeracionais na família</strong>. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2021.</p></li><li><p>WALSH, F. <strong>Fortalecendo a resiliência familiar</strong>. 2. ed. São Paulo: Roca, 2020.</p></li><li><p>CARTER, B.; McGOLDRICK, M. <strong>O ciclo de vida familiar: uma estrutura para a terapia familiar sistêmica</strong>. In: McGOLDRICK, M.; CARTER, B. (Orgs.). <em>As mudanças no ciclo de vida familiar</em>. Porto Alegre: Artmed, 2021. p. 1-29.</p></li><li><p>SCABINI, E.; CIGOLI, V. <strong>Famílias em mudança: limites e possibilidades na perspectiva do ciclo vital</strong>. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2020.</p></li></ul>						</div>
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		<title>Psicoterapia Familiar: Fortalecendo Relações e Ambientes Saudáveis</title>
		<link>https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-familiar-fortalecendo-relacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[margarete]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 13:28:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A psicoterapia familiar é uma abordagem terapêutica que visa melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer as relações entre os membros da família. Focada em promover um ambiente familiar mais harmonioso e saudável, essa prática ajuda as famílias a entenderem e superarem desafios juntos, criando uma base sólida para relacionamentos mais fortes e funcionais.</p>
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							<h2><strong>Fortalecendo Relações Um Guia para Ambientes Saudáveis.<br /></strong></h2><p>A noção de uma família &#8220;normal&#8221; é uma ilusão. Não existe um padrão perfeito ou uma fórmula mágica para o funcionamento familiar. O que realmente importa é a <a href="https://youtu.be/yDSqbGp7QhY" target="_blank" rel="noopener">saúde e o bem-estar</a> dentro da dinâmica familiar. A família é a nossa primeira escola, onde começamos a formar e transformar a nossa personalidade para enfrentar o mundo. Tal como uma escola pode ter um impacto positivo ou negativo, também as famílias podem ser saudáveis ou patológicas.</p><h3><strong>Planejamento e Organização: A Base para uma Vida Saudável</strong></h3><p>Para ter uma vida saudável, é essencial ter planejamento e organização. Em um ambiente onde todos os membros da família adotam um estilo de vida saudável, as crianças crescem com esses hábitos, tornando-se adultos disciplinados e que valorizam a qualidade de vida. Mesmo que a situação atual pareça complicada, sempre é possível melhorar a convivência diária e a influência da família na vida dos seus membros. Aqui estão algumas orientações para promover um convívio familiar mais funcional:</p><h3><strong>Senso de Pertencimento</strong></h3><p>Sentir-se parte de algo é uma das necessidades humanas mais básicas. Desde o nascimento, somos frágeis e precisamos de acolhimento. Uma família saudável oferece esse senso de pertencimento, proporcionando a cada membro o sentimento de valor, importância e aceitação pessoal. É fundamental que os pais trabalhem suas próprias questões de rejeição para serem capazes de oferecer amor incondicional aos filhos.</p><p>Além disso, é importante que a família permita a manifestação pessoal de cada membro, ajudando a criança a criar sua própria identidade sem sentir a pressão de corresponder às expectativas dos pais. Uma família saudável vê cada membro como único e em constante reinvenção, sem atribuir papéis rígidos ou rótulos.</p><h3><strong>Trocas Afetivas</strong></h3><p>A presença física, conselhos e apoio financeiro não são suficientes para expressar amor. As crianças precisam de demonstrações tangíveis de afeto, como abraços, beijos e carícias. O afeto recebido na infância influencia diretamente a capacidade de sentir empatia e de demonstrar amor de maneira saudável. A construção de laços fortes requer discussões sobre sentimentos e não apenas sobre fatos.</p><h3><strong>Comunicação</strong></h3><p>Uma comunicação positiva não significa que deve ser sempre amigável, mas sim clara e respeitosa. O &#8220;como&#8221; dizemos é tão importante quanto &#8220;o que&#8221; dizemos. A sinceridade e transparência devem ser acompanhadas de gentileza para evitar prejuízos ao convívio familiar. Aprender a se comunicar de forma eficaz é uma habilidade essencial que se origina na família e segue conosco ao longo da vida.</p><h4><strong>Educação e Limites</strong></h4><p>A transmissão de valores e limites deve ocorrer pelo exemplo. As crianças aprendem observando os pais. É essencial impor limites para garantir o bom convívio e o desenvolvimento da criança. Um estilo de vida saudável dos pais serve como um modelo importante para os filhos.</p><p>Alguns aspectos a serem considerados incluem:</p><ol><li><h5><strong>Alimentação Saudável</strong>: Uma dieta equilibrada é fundamental para a saúde. Inicialmente, mudar hábitos pode ser difícil, mas com o tempo, escolhas saudáveis tornam-se automáticas.</h5></li><li><h5><strong>Atividade Física</strong>: É importante controlar o tempo passado em frente a telas e incentivar atividades físicas. Atividades como caminhar, andar de bicicleta e nadar trazem benefícios para toda a família.</h5></li><li><h5><strong>Qualidade do Sono</strong>: O sono é crucial para a saúde. Crianças precisam de cerca de 10 horas de sono por noite, e adultos de 8 a 10 horas. Estabelecer horários regulares e um ambiente propício ao sono é essencial.</h5></li><li><h5><strong>Planejamento e Disciplina</strong>: A gestão do tempo é fundamental. Planejar refeições, horários de atividades e momentos de lazer proporciona uma sensação de segurança e organização para as crianças.</h5></li><li><h5><strong>Equilíbrio</strong>: Pais devem dar o exemplo de flexibilidade. Incentivar atividades que tragam prazer e valorizar os filhos por quem são, sem focar excessivamente em desempenho, ajuda a desenvolver autoestima e confiança.</h5></li></ol><h3><strong>Momentos Particulares</strong></h3><p>Estimular momentos de conexão entre subgrupos familiares é importante. Atividades a sós para pais, irmãos ou um dos pais com um filho podem fortalecer vínculos e proporcionar sentimentos de intimidade e confiança. No subgrupo conjugal, esses momentos são essenciais para manter a <a href="https://margaretevolpi.com.br/os-mandamentos-de-um-casamento-harmonioso/">relação saudável</a> e demonstrar aos filhos a importância da privacidade e do respeito.</p><h2><strong>Quando Procurar Ajuda Profissional</strong></h2><h5>É crucial reconhecer quando uma família precisa de ajuda profissional. Alguns sinais comuns incluem comunicação deficiente, conflitos recorrentes, dificuldades na relação entre pais e filhos, transições familiares, problemas de saúde mental e dificuldades de ajustamento social e comportamental. Nessas situações, a Psicoterapia familiar pode ser uma ferramenta valiosa para melhorar a convivência e o bem-estar de todos os membros.</h5><p>Uma família saudável é construída com amor, respeito e dedicação. Ao seguir esses direcionamentos, é possível criar um ambiente familiar funcional, onde todos os membros se sentem valorizados e apoiados, prontos para enfrentar os desafios da vida com confiança e serenidade.</p><h6><a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/">Descubra mais sobre como melhorar suas relações familiares em nosso site</a>.</h6>						</div>
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							<h2><span style="color: #00ccff;">Bibliografia:</span></h2><ul><li><p>ANDOLFI, M.; ANGELO, C. <strong>Psicoterapia familiar: abordagens contemporâneas e a importância dos vínculos</strong>. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2022.</p></li><li><p>MCNEIL, M. <strong>Terapia familiar sistêmica: teoria e prática para fortalecer laços familiares</strong>. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023.</p></li><li><p>WALSH, F. <strong>Resiliência familiar e saúde mental: um enfoque sistêmico</strong>. 3. ed. São Paulo: Roca, 2021.</p></li><li><p>ZAVADIVKER, G.; MIRANDA, M. <strong>Psicoterapia familiar e os desafios do contexto contemporâneo</strong>. <em>Revista Brasileira de Terapia Familiar</em>, São Paulo, v. 29, n. 2, p. 145-160, 2023. Disponível em: <a href="https://revistaterapiafamiliar.com.br" target="_new" rel="noopener">https://revistaterapiafamiliar.com.br</a>. Acesso em: 8 set. 2024.</p></li><li><p>CARTER, B.; McGOLDRICK, M. <strong>Ciclo vital familiar: uma perspectiva sistêmica para o fortalecimento das relações</strong>. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2022.</p></li></ul><p> </p>						</div>
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		<title>10 Dicas de Como Superar a Quarentena Nos Relacionamentos Conjugais​</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 14:39:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>10 Dicas de Como Superar a Quarentena Nos Relacionamentos Conjugais Segundo estudos e notícias científicas de países como China e também de diversas nações europeias, já é possível observar os efeitos que o isolamento social tem provocado nas relações conjugais e familiares. Esses efeitos, somados ao estresse diário e ao bombardeio constante de notícias sobre [&#8230;]</p>
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			<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">10 Dicas de Como Superar a Quarentena Nos Relacionamentos Conjugais</h3>		</div>
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							16 de agosto de 2024						</div>
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							<p></p>
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<p>Segundo estudos e notícias científicas de países como China e também de diversas nações europeias, já é possível observar os efeitos que o isolamento social tem provocado nas relações conjugais e familiares. Esses efeitos, somados ao estresse diário e ao bombardeio constante de notícias sobre o número de doentes e mortos, têm gerado um impacto significativo no bem-estar emocional das famílias.</p>
<p>A China, por exemplo, relatou um aumento considerável nos pedidos de divórcio após o período mais crítico da pandemia. Esses dados nos mostram a importância de preparar os casais para atravessar este período de confinamento de uma forma mais saudável, talvez até agregando valor ao relacionamento conjugal e familiar.</p>
<p>Seja sozinho ou no seio familiar, é natural que durante esse período surjam <a href="https://margaretevolpi.com.br/desvendando-gatilhos-emocionais/" target="_blank" rel="noopener">sensações e sintomas</a> como medo, ansiedade, incerteza, dificuldade em lidar com a nova realidade, além de oscilações entre euforia e depressão, sentimentos de raiva e impotência. O essencial não é evitar esses sentimentos, mas aprender como lidar com eles.</p>
<h2>Dicas para um Confinamento Saudável</h2>
<p><strong>Responsabilidade social:</strong> Acima de qualquer condição relacional e emocional, é crucial seguir as instruções e protocolos de higiene e cuidados pessoais para se proteger e proteger os demais membros da família de uma possível contaminação.</p>
<h4><a href="https://margaretevolpi.com.br/desvendando-gatilhos-emocionais/" target="_blank" rel="noopener">Acolher a resistência como parte do ciclo</a><strong>:</strong> </h4>
<p>Entenda que tudo na vida segue um ciclo com início, meio e fim. Mudanças na rotina e nos hábitos podem gerar resistência, mesmo quando são necessárias para nossa sobrevivência. Reconhecer e acolher essa resistência pode ajudar a navegar por esse período com mais tranquilidade.</p>
<h4><strong>A</strong><a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-de-casal-superando-desafios/" target="_blank" rel="noopener">colher as emoções</a><strong>:</strong> </h4>
<p>Procure identificar as emoções e as mudanças que ocorrem dentro da relação conjugal. Dê nome a elas, mesmo que não saiba exatamente o que está acontecendo. Acolher essas emoções pode ser uma experiência de autoconhecimento e intimidade, tanto individual quanto conjugal.</p>
<h4><strong>Evite projeções:</strong> </h4>
<p>O bem-estar deve ser buscado dentro de si mesmo, não no outro. É natural ter dificuldades em lidar com nossas emoções e angústias, mas devemos evitar projetar essas frustrações e medos no parceiro. Em vez de esperar que o cônjuge resolva nossos problemas internos, é mais saudável focar em compreender o que se passa dentro de nós.</p>
<h4><strong>Depoimento de 24 horas:</strong></h4>
<p>Durante o confinamento, é importante construir um diálogo interno para alimentar o diálogo externo. Pergunte-se: “Como eu me sinto? O que eu quero?”. Compartilhe essas respostas com seu cônjuge, permitindo que ele ou ela tenha 24 horas para refletir e acolher seu depoimento. Essa técnica pode ajudar a construir <a href="https://margaretevolpi.com.br/aconselhamento-pre-conjugal/https://margaretevolpi.com.br/aconselhamento-pre-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">intimidade conjugal</a> e abrir espaço para um diálogo autêntico, onde o julgamento e a busca por razão dão lugar à compreensão mútua.</p>
<h4><strong>O Essencial:</strong> </h4>
<p>Muitas vezes, desejamos ter mais tempo para nossos parceiros, familiares e projetos pessoais. O confinamento oferece uma oportunidade única de valorizar o que realmente importa. Use esse tempo para se tornar mais íntimo das pessoas que você ama, transformando a realidade atual em um momento de mudança positiva.</p>
<h4><a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-familiar-fortalecendo-relacoes/" target="_blank" rel="noopener">Respeito e Educação:</a></h4>
<p>No confinamento, é vital manter o respeito e a educação nas interações familiares. Muitas vezes, confundimos intimidade com o direito de desrespeitar aqueles que nos são mais essenciais. Pratique o respeito mútuo e a boa educação para evitar conflitos e manter a harmonia no lar.</p>
<h4><strong>Disciplina e Organização:</strong> </h4>
<p>Dar sentido ao nosso dia gera automotivação. Organize sua rotina com tarefas domésticas, atividades de aprendizado, lazer e brincadeiras com os filhos e o cônjuge. A sensação de estar ocupado e estruturando o tempo traz uma maior segurança e a percepção de que a vida continua.</p>
<h4><strong>DRs no isolamento:</strong></h4>
<p>O convívio diário pode trazer à tona velhos conflitos conjugais ou revelar novos. Aproveite esses momentos como oportunidades de aprendizado sobre a intimidade do outro. Exercite a empatia, o acolhimento e o respeito. </p>
<p>Quando os ânimos se exaltarem, estabeleça um &#8220;STOP&#8221; para permitir que ambos tenham um tempo individual para refletir e retomar o equilíbrio. Lembre-se de que estamos todos enfrentando uma guerra com algo que não podemos controlar, e nossos relacionamentos merecem respeito e reverência.</p>
<h4><a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-familiar-fortalecendo-relacoes/" target="_blank" rel="noopener">“Um por todos e todos por um”: </a></h4>
<p>Assim como no lema dos três mosqueteiros, sejamos uma equipe. Essa é a oportunidade de nos unirmos, compartilhando tarefas e responsabilidades. Divida o que está sentindo e tenha a segurança de saber que há alguém ao seu lado para escutar. Pratique a solicitude, a ajuda mútua e esteja aberto a novos paradigmas, pois isso nos tornará pessoas melhores e mais flexíveis.</p>
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<p></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dra. Margarete Volpi</strong><br /><strong>Terapeuta Familiar e Casal</strong></p>						</div>
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		<title>Mãe ou Madrasta? Qual a Questão?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 17:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Familia]]></category>
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		<category><![CDATA[construção de autoridade]]></category>
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		<category><![CDATA[Familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[guarda compartilhada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mãe ou madrasta, o mito de substituição é um fenômeno enraizado na história e nos contos de fadas, onde a figura da madrasta é frequentemente retratada de forma negativa. Essa visão é muitas vezes associada a madrastas como figuras frias e egoístas, criadas para substituir a mãe biológica em famílias reconstituídas após a morte ou ausência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="416" class="elementor elementor-416" data-elementor-post-type="post">
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			<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Mãe ou Madrasta? Qual a Questão?</h3>		</div>
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							<h5>Mãe ou madrasta, o mito de substituição é um fenômeno enraizado na história e nos contos de fadas, onde a figura da madrasta é frequentemente retratada de forma negativa. Essa visão é muitas vezes associada a madrastas como figuras frias e egoístas, criadas para substituir a mãe biológica em&nbsp;<a href="http://Mãe ou madrasta, o mito de substituição é um fenômeno enraizado na história e nos contos de fadas, onde a figura da madrasta é frequentemente retratada de forma negativa. Essa visão é muitas vezes associada a madrastas como figuras frias e egoístas, criadas para substituir a mãe biológica em famílias reconstituídas após a morte ou ausência da mãe. Esse estereótipo, amplamente perpetuado na cultura popular, contribuiu para uma imagem distorcida e preconceituosa da madrasta. Estudos de Falche e Wagner revelam que tanto mãe quanto madrasta são vistas como responsáveis pelo bem-estar da família. Elas desempenham papéis fundamentais como cuidadoras, educadoras e suporte afetivo. No entanto, a realidade contemporânea apresenta uma dinâmica familiar mais complexa. Com o aumento dos recasamentos, muitas vezes envolvendo pessoas divorciadas, a estrutura familiar tradicional se diversificou. Nessas novas configurações, a guarda compartilhada é comum, e as crianças frequentemente convivem com mãe e madrasta, ou até mesmo apenas com a madrasta, dependendo das circunstâncias. A ideia de que a madrasta deve assumir o papel de mãe, com o mesmo nível de amor e dedicação, é um reflexo do mito do amor materno incondicional. Essa expectativa, no entanto, pode ser injusta e irrealista, colocando uma pressão indevida sobre a madrasta. A realidade é que madrastas, assim como mães, têm suas próprias características, limitações e formas de expressar afeto. É essencial reconhecer que a construção de novos vínculos de amizade e cumplicidade entre madrasta e enteados é um processo gradual e único para cada família. No consultório, é comum observar que a aceitação da nova configuração familiar pode ser desafiadora. As mudanças inevitavelmente trazem sentimentos de insegurança, rejeição e incerteza, independentemente de se tratar de uma família biológica ou reconstituída. Esses sentimentos são naturais e podem ser vivenciados tanto por madrastas quanto por enteados. Um dos desafios mais significativos é a construção de respeito e autoridade. É possível e necessário estabelecer respeito mútuo e uma estrutura clara dentro do novo núcleo familiar. Para que isso ocorra, é fundamental que o casal - pai biológico e madrasta - estabeleça acordos sólidos e transparentes. Esses acordos devem incluir limites claros e regras de convivência que sejam comunicados de forma aberta e honesta com as crianças ou adolescentes. O diálogo franco e contínuo é crucial para a construção de uma relação saudável e para a integração bem-sucedida da madrasta na vida dos enteados. O relacionamento entre enteados e madrasta é influenciado por uma série de fatores, incluindo as experiências passadas da criança, o momento em que a família original se desfez e a dinâmica atual. Segundo Smith (1995) e Teyber (1995), a idade e a maturidade da criança, assim como as vivências nos relacionamentos anteriores, são aspectos importantes a serem considerados ao se desenvolver a intimidade nesse novo relacionamento. Além disso, a frequência e a qualidade do contato com a madrasta, seja em visitas ocasionais ou convivência diária, podem afetar significativamente a dinâmica familiar. A imagem da madrasta, muitas vezes comparada a personagens de contos de fadas, pode ser marcada por preconceitos. É necessário desmistificar essa figura e entender que a madrasta é uma mulher como qualquer outra, com qualidades e defeitos, e que o relacionamento com seus enteados deve ser construído com base em respeito, paciência e compreensão mútua. Em resumo, mãe ou madrasta, ambas têm papéis vitais e únicos nas famílias contemporâneas. Ao compreender e respeitar as individualidades de cada figura, é possível criar um ambiente familiar harmonioso e solidário, onde todos os membros se sintam valorizados e amados. A comunicação aberta e o esforço conjunto são fundamentais para superar os desafios e construir relações significativas e duradouras." target="_blank" rel="noopener">famílias reconstituídas</a> após a morte ou ausência da mãe. Esse estereótipo, amplamente perpetuado na cultura popular, contribuiu para uma imagem distorcida e preconceituosa da madrasta.</h5>
<p>Estudos de Falche e Wagner revelam que tanto mãe ou madrasta são vistas como responsáveis pelo bem-estar da família. Elas desempenham papéis fundamentais como cuidadoras, educadoras e suporte afetivo. No entanto, a realidade contemporânea apresenta uma dinâmica familiar mais complexa. Com o aumento dos&nbsp;<a href="http://Mãe ou madrasta, o mito de substituição é um fenômeno enraizado na história e nos contos de fadas, onde a figura da madrasta é frequentemente retratada de forma negativa. Essa visão é muitas vezes associada a madrastas como figuras frias e egoístas, criadas para substituir a mãe biológica em famílias reconstituídas após a morte ou ausência da mãe. Esse estereótipo, amplamente perpetuado na cultura popular, contribuiu para uma imagem distorcida e preconceituosa da madrasta. Estudos de Falche e Wagner revelam que tanto mãe quanto madrasta são vistas como responsáveis pelo bem-estar da família. Elas desempenham papéis fundamentais como cuidadoras, educadoras e suporte afetivo. No entanto, a realidade contemporânea apresenta uma dinâmica familiar mais complexa. Com o aumento dos recasamentos, muitas vezes envolvendo pessoas divorciadas, a estrutura familiar tradicional se diversificou. Nessas novas configurações, a guarda compartilhada é comum, e as crianças frequentemente convivem com mãe e madrasta, ou até mesmo apenas com a madrasta, dependendo das circunstâncias. A ideia de que a madrasta deve assumir o papel de mãe, com o mesmo nível de amor e dedicação, é um reflexo do mito do amor materno incondicional. Essa expectativa, no entanto, pode ser injusta e irrealista, colocando uma pressão indevida sobre a madrasta. A realidade é que madrastas, assim como mães, têm suas próprias características, limitações e formas de expressar afeto. É essencial reconhecer que a construção de novos vínculos de amizade e cumplicidade entre madrasta e enteados é um processo gradual e único para cada família. No consultório, é comum observar que a aceitação da nova configuração familiar pode ser desafiadora. As mudanças inevitavelmente trazem sentimentos de insegurança, rejeição e incerteza, independentemente de se tratar de uma família biológica ou reconstituída. Esses sentimentos são naturais e podem ser vivenciados tanto por madrastas quanto por enteados. Um dos desafios mais significativos é a construção de respeito e autoridade. É possível e necessário estabelecer respeito mútuo e uma estrutura clara dentro do novo núcleo familiar. Para que isso ocorra, é fundamental que o casal - pai biológico e madrasta - estabeleça acordos sólidos e transparentes. Esses acordos devem incluir limites claros e regras de convivência que sejam comunicados de forma aberta e honesta com as crianças ou adolescentes. O diálogo franco e contínuo é crucial para a construção de uma relação saudável e para a integração bem-sucedida da madrasta na vida dos enteados. O relacionamento entre enteados e madrasta é influenciado por uma série de fatores, incluindo as experiências passadas da criança, o momento em que a família original se desfez e a dinâmica atual. Segundo Smith (1995) e Teyber (1995), a idade e a maturidade da criança, assim como as vivências nos relacionamentos anteriores, são aspectos importantes a serem considerados ao se desenvolver a intimidade nesse novo relacionamento. Além disso, a frequência e a qualidade do contato com a madrasta, seja em visitas ocasionais ou convivência diária, podem afetar significativamente a dinâmica familiar. A imagem da madrasta, muitas vezes comparada a personagens de contos de fadas, pode ser marcada por preconceitos. É necessário desmistificar essa figura e entender que a madrasta é uma mulher como qualquer outra, com qualidades e defeitos, e que o relacionamento com seus enteados deve ser construído com base em respeito, paciência e compreensão mútua. Em resumo, mãe ou madrasta, ambas têm papéis vitais e únicos nas famílias contemporâneas. Ao compreender e respeitar as individualidades de cada figura, é possível criar um ambiente familiar harmonioso e solidário, onde todos os membros se sintam valorizados e amados. A comunicação aberta e o esforço conjunto são fundamentais para superar os desafios e construir relações significativas e duradouras." target="_blank" rel="noopener">recasamentos</a>, muitas vezes envolvendo pessoas divorciadas, a estrutura familiar tradicional se diversificou. Nessas novas configurações, a guarda compartilhada é comum, e as crianças frequentemente convivem com mãe ou madrasta, ou até mesmo apenas com a madrasta, dependendo das circunstâncias.</p>
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<p>A ideia de que a madrasta deve assumir o papel de mãe, com o mesmo nível de amor e dedicação, é um reflexo do mito do amor materno incondicional. Essa expectativa, no entanto, pode ser injusta e irrealista, colocando uma pressão indevida sobre a madrasta. A realidade é que madrastas, assim como mães, têm suas próprias características, limitações e formas de expressar afeto. É essencial reconhecer que a construção de novos vínculos de amizade e cumplicidade entre madrasta e enteados é um processo gradual e único para cada família.</p>
<p>No consultório, é comum observar que a aceitação da nova&nbsp;<a href="http://Mãe ou madrasta, o mito de substituição é um fenômeno enraizado na história e nos contos de fadas, onde a figura da madrasta é frequentemente retratada de forma negativa. Essa visão é muitas vezes associada a madrastas como figuras frias e egoístas, criadas para substituir a mãe biológica em famílias reconstituídas após a morte ou ausência da mãe. Esse estereótipo, amplamente perpetuado na cultura popular, contribuiu para uma imagem distorcida e preconceituosa da madrasta. Estudos de Falche e Wagner revelam que tanto mãe quanto madrasta são vistas como responsáveis pelo bem-estar da família. Elas desempenham papéis fundamentais como cuidadoras, educadoras e suporte afetivo. No entanto, a realidade contemporânea apresenta uma dinâmica familiar mais complexa. Com o aumento dos recasamentos, muitas vezes envolvendo pessoas divorciadas, a estrutura familiar tradicional se diversificou. Nessas novas configurações, a guarda compartilhada é comum, e as crianças frequentemente convivem com mãe e madrasta, ou até mesmo apenas com a madrasta, dependendo das circunstâncias. A ideia de que a madrasta deve assumir o papel de mãe, com o mesmo nível de amor e dedicação, é um reflexo do mito do amor materno incondicional. Essa expectativa, no entanto, pode ser injusta e irrealista, colocando uma pressão indevida sobre a madrasta. A realidade é que madrastas, assim como mães, têm suas próprias características, limitações e formas de expressar afeto. É essencial reconhecer que a construção de novos vínculos de amizade e cumplicidade entre madrasta e enteados é um processo gradual e único para cada família. No consultório, é comum observar que a aceitação da nova configuração familiar pode ser desafiadora. As mudanças inevitavelmente trazem sentimentos de insegurança, rejeição e incerteza, independentemente de se tratar de uma família biológica ou reconstituída. Esses sentimentos são naturais e podem ser vivenciados tanto por madrastas quanto por enteados. Um dos desafios mais significativos é a construção de respeito e autoridade. É possível e necessário estabelecer respeito mútuo e uma estrutura clara dentro do novo núcleo familiar. Para que isso ocorra, é fundamental que o casal - pai biológico e madrasta - estabeleça acordos sólidos e transparentes. Esses acordos devem incluir limites claros e regras de convivência que sejam comunicados de forma aberta e honesta com as crianças ou adolescentes. O diálogo franco e contínuo é crucial para a construção de uma relação saudável e para a integração bem-sucedida da madrasta na vida dos enteados. O relacionamento entre enteados e madrasta é influenciado por uma série de fatores, incluindo as experiências passadas da criança, o momento em que a família original se desfez e a dinâmica atual. Segundo Smith (1995) e Teyber (1995), a idade e a maturidade da criança, assim como as vivências nos relacionamentos anteriores, são aspectos importantes a serem considerados ao se desenvolver a intimidade nesse novo relacionamento. Além disso, a frequência e a qualidade do contato com a madrasta, seja em visitas ocasionais ou convivência diária, podem afetar significativamente a dinâmica familiar. A imagem da madrasta, muitas vezes comparada a personagens de contos de fadas, pode ser marcada por preconceitos. É necessário desmistificar essa figura e entender que a madrasta é uma mulher como qualquer outra, com qualidades e defeitos, e que o relacionamento com seus enteados deve ser construído com base em respeito, paciência e compreensão mútua. Em resumo, mãe ou madrasta, ambas têm papéis vitais e únicos nas famílias contemporâneas. Ao compreender e respeitar as individualidades de cada figura, é possível criar um ambiente familiar harmonioso e solidário, onde todos os membros se sintam valorizados e amados. A comunicação aberta e o esforço conjunto são fundamentais para superar os desafios e construir relações significativas e duradouras." target="_blank" rel="noopener">configuração familiar pode ser desafiadora.</a> As mudanças inevitavelmente trazem sentimentos de insegurança, rejeição e incerteza, independentemente de se tratar de uma família biológica ou reconstituída. Esses sentimentos são naturais e podem ser vivenciados tanto por mãe ou madrastas quanto por enteados. Um dos desafios mais significativos é a construção de respeito e autoridade. É possível e necessário estabelecer respeito mútuo e uma estrutura clara dentro do novo núcleo familiar.</p>
<p>Para que isso ocorra, é fundamental que o casal &#8211; pai biológico e madrasta &#8211; estabeleça acordos sólidos e transparentes. Esses acordos devem incluir limites claros e regras de convivência que sejam comunicados de forma aberta e honesta com as crianças ou adolescentes. O diálogo franco e contínuo é crucial para a construção de uma relação saudável e para a integração bem-sucedida da madrasta na vida dos enteados.</p>
<p>O relacionamento entre enteados e madrasta é influenciado por uma série de fatores, incluindo as experiências passadas da criança, o momento em que a família original se desfez e a dinâmica atual. Segundo Smith (1995) e Teyber (1995), a idade e a maturidade da criança, assim como as vivências nos relacionamentos anteriores, são aspectos importantes a serem considerados ao se desenvolver a intimidade nesse novo relacionamento. Além disso, a frequência e a qualidade do contato com a madrasta, seja em visitas ocasionais ou convivência diária, podem afetar significativamente a dinâmica familiar.</p>
<p>A imagem da madrasta, muitas vezes comparada a personagens de contos de fadas, pode ser marcada por preconceitos. É necessário desmistificar essa figura e entender que a madrasta é uma mulher como qualquer outra, com qualidades e defeitos, e que o relacionamento com seus enteados deve ser construído com base em respeito, paciência e compreensão mútua.</p>
<p>Em resumo, mãe ou madrasta, ambas têm papéis vitais e únicos nas famílias contemporâneas. Ao compreender e respeitar as individualidades de cada figura, é possível criar um&nbsp;<a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos" target="_blank" rel="noopener">ambiente familiar harmonioso e solidário,</a> onde todos os membros se sintam valorizados e amados. A comunicação aberta e o esforço conjunto são fundamentais para superar os desafios e construir relações significativas e duradouras.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dra. Margarete Ap. Volpi</strong><br><span style="color: #00ccff;"><strong>Terapeuta Familiar e Casal</strong></span></p>						</div>
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							<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Referências Bibliográficas</strong></span></p><ol><li><p><strong>Carter, B., &amp; McGoldrick, M.</strong> (2021). <em>As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar: Uma Estrutura para a Terapia Familiar</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Féres-Carneiro, T.</strong> (2014). <em>Família Contemporânea e Ciclo Vital: Intervenções Terapêuticas</em>. Editora Casa do Psicólogo.</p></li><li><p><strong>Silva, M. R.</strong>, &amp; <strong>Oliveira, A. P.</strong> (2020). <em>Famílias Reconstituídas: Desafios e Possibilidades na Convivência com Padrastos e Madrastas</em>. Editora Juruá.</p></li><li><p><strong>Wagner, A.</strong> (2019). <em>Famílias Reconstituídas: Desafios e Possibilidades</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Vieira, R. T.</strong> (2021). <em>Mães, Madrastas e Padrastos: Desafios da Convivência Familiar</em>. Editora Vozes.</p></li></ol>						</div>
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		<title>Os Mandamentos de um Casamento Harmonioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[margarete]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 17:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Familia]]></category>
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		<category><![CDATA[casamento feliz]]></category>
		<category><![CDATA[casamento harmonioso]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[convivência no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo no relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[mandamentos do casamento]]></category>
		<category><![CDATA[parceria no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia de Casal]]></category>
		<category><![CDATA[psioterapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento saudável]]></category>
		<category><![CDATA[respeito mútuo]]></category>
		<category><![CDATA[rotina do casal]]></category>
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		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um Casamento Harmonioso exige dedicação, compreensão e práticas que ajudam a fortalecer o vínculo entre os parceiros. Com base em uma abordagem sistêmica, aqui estão dez mandamentos detalhados para cultivar um relacionamento saudável e feliz: 1. Respeite os Limites com as Famílias de Origem Evite se envolver em conflitos que pertencem às famílias de origem [&#8230;]</p>
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			<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Os Mandamentos de um Casamento Harmonioso</h3>		</div>
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							26 de setembro de 2019						</div>
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O que é problema da família dele(a) deve ser tratado apenas pelos membros dessa família. Parte dos desajustes conjugais decorre da co-dependência familiar e da dificuldade em separar as questões familiares do casal. É fundamental que cada um reconheça seu papel e limite, ajudando a manter a autonomia do núcleo familiar recém-criado.</p><p>Quando surgirem problemas na família de origem, o cônjuge deve ser um apoio, mas sem tomar partido ou se envolver diretamente. Dessa forma, o casal pode manter a harmonia e evitar trazer problemas externos para dentro de casa.</p><h4>2. Equilibre Vida Comum e Individualidade</h4><p>Compartilhar a vida é essencial, mas é igualmente importante manter a individualidade. Cada parceiro deve ter seu próprio espaço e interesses para que possam se complementar, e não se tornarem uma extensão um do outro. Ter hobbies, amigos e atividades independentes ajuda a manter a identidade pessoal, que é crucial para um relacionamento saudável.</p><p>Esse equilíbrio também previne a sensação de sufocamento ou dependência excessiva. É importante que ambos se sintam realizados tanto individualmente quanto na vida conjugal, o que fortalece o respeito mútuo e a admiração.</p><h4>3. Cultive uma<a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-de-casal-superando-desafios/" target="_blank" rel="noopener"> Vida Sexual Ativa e Prazerosa</a></h4><p>Mantenha uma vida sexual ativa, desinibida e criativa. A sexualidade deve ser vista como um campo comum de entrega mútua, sendo algo que pode ser cultivado diariamente. A saúde sexual do casal é um termômetro importante do relacionamento para um casamento harmonioso. Conversar abertamente sobre desejos e limites, explorar novas formas de intimidade e dedicar tempo para estar junto são práticas que enriquecem a vida sexual.</p><p>Além disso, a intimidade física reforça a conexão emocional, tornando o relacionamento mais sólido e satisfatório. O sexo não deve ser visto como uma obrigação, mas como uma forma de expressão de amor e carinho entre os parceiros.</p><h4>4. Aceite que Conflitos São Naturais</h4><p>Reconheça que o <a href="https://vimeo.com/363829583" target="_blank" rel="noopener">casamento</a> não é uma ilha da fantasia. Conflitos são inevitáveis e fazem parte do amadurecimento do casal. Discutir e discordar são oportunidades para o crescimento e a correção de dificuldades. Encarar os conflitos de maneira construtiva, sem ataques pessoais, ajuda a fortalecer a relação e a construção diária de um <a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-de-casal-superando-desafios/" target="_blank" rel="noopener">Casamento Harmonioso.</a></p><p>É importante aprender a resolver as desavenças com respeito e empatia, buscando entender o ponto de vista do outro. Isso permite que o casal se torne mais unido e capaz de enfrentar juntos os desafios da vida.</p><h4>5. Mantenha a Idealização Inicial</h4><p>Esforce-se para conservar o desejo e a admiração pelo parceiro. Ajudem-se mutuamente a manter a autoestima, reconhecendo que o envelhecimento é uma parte natural da vida. Pequenos gestos de carinho e reconhecimento diário podem fazer uma grande diferença na manutenção do encanto inicial.</p><p>A idealização inicial não deve desaparecer com o tempo. Encontre maneiras de surpreender seu parceiro, elogie suas qualidades e lembre-se dos motivos que os uniram. Isso ajuda a manter a chama do relacionamento acesa.</p><h4>6.<a href="https://margaretevolpi.com.br/psicoterapia-de-casal-superando-desafios/" target="_blank" rel="noopener"> Comunique Sentimentos e Expectativas</a></h4><p>Verbalize seus sentimentos, expectativas e insatisfações de forma clara, olhando para si mesmo e não julgando o parceiro. Muitos problemas surgem da falta de comunicação ou da expectativa de ser compreendido sem expressar claramente o que se sente.</p><p>A comunicação deve ser aberta e honesta, evitando suposições e ressentimentos acumulados. Expressar-se de maneira não agressiva e com empatia facilita o entendimento e a resolução de conflitos.</p><h4>7. Seja Cúmplice do Seu Parceiro</h4><p>O casamento deve ser um espaço seguro para todas as emoções e experiências, incluindo amor, ódio, conflito, fracasso e sucesso. Acolha o parceiro com cuidados e não assuma a vida dele(a) como sua. Ser cúmplice significa apoiar incondicionalmente, mas também respeitar a individualidade do outro.</p><p>Essa cumplicidade cria um ambiente de confiança e segurança, onde ambos podem ser vulneráveis sem medo de julgamento. O apoio mútuo nas alegrias e nas dificuldades fortalece o laço conjugal.</p><h4>8. Fomente a Interação Social</h4><p>Crie um espaço de interação social, mantendo amizades antigas e adquirindo novas. Redes sociais e atividades comuns e individuais são fundamentais para um relacionamento espontâneo e sem amarras. Participar de eventos sociais e manter contatos fora do casamento enriquece a vida conjugal.</p><p>A interação social também previne o isolamento e oferece novas perspectivas, ajudando a manter o relacionamento dinâmico e interessante. Incentivar a socialização e a participação em atividades externas é benéfico para ambos.</p><h4>9. Inclua os Filhos sem Perder a Intimidade</h4><p>Alargue a relação para<a href="https://margaretevolpi.com.br/familias-reconstituidas/" target="_blank" rel="noopener"> incluir os filhos</a>, criando momentos em que vocês podem ser família, pais e casal. Não permita que a presença dos filhos comprometa a intimidade do casal. Planejar momentos a sós é essencial para manter a conexão romântica.</p><p>Estabelecer limites e horários para momentos de casal ajuda a preservar a intimidade. Demonstrar carinho e afeto na frente dos filhos também ensina sobre amor e respeito, criando um ambiente familiar saudável.</p><h4>10. Faça do Casamento uma Relação Alegre e Divertida</h4><p>Transforme o casamento em uma fonte de alegria e diversão. Aprendam a rir juntos dos próprios erros, aceitem brincadeiras e os fatos inusitados. Apesar dos compromissos e renúncias, o relacionamento deve ser uma fonte de felicidade.</p><p>Cultivar o <a href="ttps://margaretevolpi.com.br/a-comunicacao-na-vida-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">bom humor e a leveza na relação</a> é crucial para evitar o tédio e o mau humor, que são os maiores inimigos do casamento. Planejem atividades divertidas juntos, celebrem pequenas conquistas e aproveitem cada momento compartilhado.</p><h3>Conclusão</h3><p>Seguir esses dez mandamentos pode ajudar a construir e manter um casamento harmonioso e satisfatório. Ao adotar essas práticas, os casais podem enfrentar desafios com mais resiliência, fortalecendo seus laços e promovendo um ambiente de amor e compreensão. Lembre-se de que a chave para um relacionamento duradouro é o esforço contínuo, a <a href="ttps://margaretevolpi.com.br/a-comunicacao-na-vida-conjugal/" target="_blank" rel="noopener">comunicação aberta</a> e o apoio mútuo.</p></div></div></div></div><div class="mt-1 flex gap-3 empty:hidden -ml-2"><div class="items-center justify-start rounded-xl p-1 flex"><div class="flex items-center"> </div></div></div><p><strong>Dra. Margarete Ap. Volpi</strong><br /><strong>Terapeuta Familiar e Casal</strong></p>						</div>
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		<title>Adolescentes do Divórcio</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 17:16:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adolescentes do divórcio enfrentam uma série de desafios significativos. Eles não só lidam com problemas e conflitos familiares, mas também precisam se readaptar à nova configuração familiar e assumir novas responsabilidades. A complexidade da fase da adolescência agrava ainda mais essa situação. A separação dos pais exige que esses jovens reestruturem suas rotinas e relações, muitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="408" class="elementor elementor-408" data-elementor-post-type="post">
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			<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Adolescentes do Divórcio</h3>		</div>
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							26 de setembro de 2019						</div>
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							<h5>Adolescentes do divórcio enfrentam uma série de desafios significativos. Eles não só lidam com problemas e&nbsp;<a href="https://margaretevolpi.com.br/resolvendo-conflitos/" target="_blank" rel="noopener">conflitos familiares,</a> mas também precisam se readaptar à nova configuração familiar e assumir novas responsabilidades. A complexidade da fase da adolescência agrava ainda mais essa situação. A separação dos pais exige que esses jovens reestruturem suas rotinas e relações, muitas vezes sem o suporte emocional contínuo de ambos os pais. Esse período pode ser marcado por sentimentos de perda e insegurança, exigindo um esforço significativo para encontrar estabilidade emocional e novos modos de convivência.</h5>
<p>O divórcio é uma ruptura no sistema familiar que resulta em uma série de mudanças na estrutura familiar básica e em todos os seus relacionamentos. Conforme Mc. Goldrick (1989) aponta, a separação exige uma mudança na maneira de funcionamento das famílias, provocando uma nova definição de vida familiar. No momento da separação, além de toda a problemática existente entre o casal, surgem questões relacionadas ao dinheiro, paternidade, relacionamentos sociais e a perda, que considero como um processo de luto para todos os membros do sistema familiar. Essas dificuldades exigem da família um tempo considerável de <a href="https://margaretevolpi.com.br/familias-reconstituidas/" target="_blank" rel="noopener">reorganização.</a></p>
<p>Os problemas financeiros costumam surgir logo nos primeiros passos da separação. Mesmo em famílias com bom poder aquisitivo, a divisão de bens materiais e de dinheiro pode resultar em uma queda no padrão de vida para ambos os cônjuges.</p>
<p>Quando a mulher é financeiramente independente, ela precisará se reorganizar para assumir novas responsabilidades. Mesmo com o suporte financeiro destinado à educação dos filhos, será necessário ajustar-se à nova realidade.</p>
<p>Além disso, ela pode precisar reorganizar sua rede de apoio, envolvendo familiares e prestadores de serviços. Se, durante o casamento, essa mulher se dedicou exclusivamente aos afazeres domésticos, o desafio pode ser ainda maior. Enfrentar a nova vida com um orçamento doméstico reduzido muitas vezes significa a necessidade de ingressar no mercado de trabalho.</p>
<p>A reorganização da família é um aspecto crucial quando a guarda dos filhos é compartilhada. Nesse contexto, os pais precisam redefinir suas funções e responsabilidades para garantir que os filhos recebam o apoio necessário.</p>
<p>Esse arranjo pode trazer benefícios, como a manutenção de vínculos fortes com ambos os pais. No entanto, se não for bem gerido, também pode ser uma fonte de conflito e estresse. A guarda compartilhada exige uma comunicação eficaz e cooperação constante entre os pais, visando criar um ambiente estável e seguro para os&nbsp;<a href="https://margaretevolpi.com.br/adolescentes-divorcio/" target="_blank">adolescentes do divórcio</a>.</p>
<p>Quando o pai assume a guarda dos filhos, a reorganização pode se tornar ainda mais complexa. Sem o apoio da mãe na administração dos afazeres domésticos, ele precisará dedicar tempo diário à educação e atenção dos filhos. Isso demanda confiar em sua própria capacidade, o que pode ser um desafio significativo em um momento de tantas mudanças.</p>
<p>Os problemas de paternidade nas novas famílias surgem com a dificuldade de disciplinar e educar os filhos, que se encontram fragilizados. A ausência de um dos pais provoca uma lacuna na hierarquia familiar, aumentando o nível de exigência sobre quem fica.</p>
<p>Quando a mulher precisa trabalhar em tempo integral, acumula as tarefas domésticas, criando uma rotina de dois ou três turnos e reservando pouca energia para satisfazer as necessidades dos filhos, que também passam por uma grande perda. O sentimento de perda é comparável ao luto, pois a separação é percebida como irreversível, afetando a segurança e as certezas anteriormente construídas.</p>
<p>Independente da idade dos filhos, a mãe e o pai precisam se estabelecer como cuidadores responsáveis. O papel dos pais não muda com a separação. No âmbito social, podem ocorrer rupturas nos relacionamentos anteriores do casal, e as partes separadas podem se sentir inadequadas para atividades sociais.</p>
<p>Se o <a href="https://vimeo.com/363829583" target="_blank" rel="noopener">casal </a>tem filhos adolescentes, há um processo adicional de transformação. A adolescência exige novas organizações e diálogos, proporcionando inseguranças e questionamentos. Os adolescentes estão aprendendo a olhar o mundo a partir de si mesmos, e os pais devem construir uma relação com eles como jovens adultos.</p>
<p>O tempo é fundamental para a adaptação após a separação. É necessário tempo para que cada membro da família se reorganize e negocie as novas necessidades. Quando os pais mantêm vínculos com ambos os filhos, o adolescente pode suportar melhor as mudanças.</p>
<p>A separação pode trazer ganhos qualitativos para os&nbsp;<a href="https://margaretevolpi.com.br/adolescentes-divorcio/" target="_blank">adolescentes do divórcio</a> se os pais permanecem ativos e presentes, contribuindo para o senso de responsabilidade e autonomia dos filhos. A<a href="https://margaretevolpi.com.br/familias-reconstituidas/" target="_blank" rel="noopener"> nova realidade familiar</a> pode favorecer o amadurecimento dos adolescentes, que acabam por adquirir mais experiência e amadurecer mais rápido.</p>
<p>Por outro lado, arranjos disfuncionais, como a ausência de um dos pais, podem levar o filho mais velho a assumir responsabilidades dos irmãos, subindo na hierarquia familiar e tomando para si as dores da relação do casal separado.</p>
<p>É crucial não perder de vista que os filhos são sempre filhos e não objetos de negociação. É necessário ouvir e falar com eles de maneira segura e tranquilizadora, reduzindo as ansiedades e evitando tormentos inúteis. Compartilhar sentimentos com responsabilidade promove um ambiente de confiança e empatia, inibindo comportamentos agressivos e facilitando o diálogo.</p>
<p>Como psicóloga especializada em divórcio e reconstituição de relacionamentos familiares, acredito que compartilhar informações entre os membros da família e buscar apoio profissional na comunidade contribui para clarificar as situações de estresse e possibilitar resoluções adequadas às necessidades de todos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dra. Margarete Ap. Volpi</strong><br><span style="color: #00ccff;"><strong>Psicoterapeuta Familiar e casal.</strong></span></p>						</div>
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							<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Referências Bibliográficas</strong></span></p><ol><li><p><strong>Féres-Carneiro, T.</strong> (2014). <em>Família e Casal: Efeitos Psicológicos do Divórcio</em>. Editora Casa do Psicólogo.</p></li><li><p><strong>Carter, B., &amp; McGoldrick, M.</strong> (2021). <em>As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar: Uma Estrutura para a Terapia Familiar</em>. Artmed.</p></li><li><p><strong>Wagner, A.</strong> (2018). <em>Adolescentes e o Divórcio dos Pais: Impactos e Superações</em>. Editora Pearson.</p></li><li><p><strong>Rapoport, A.</strong>, &amp; <strong>Piccinini, C. A.</strong> (2015). <em>Relações Familiares e Desenvolvimento: Implicações do Divórcio na Adolescência</em>. Editora Juruá.</p></li><li><p><strong>Silva, M. C.</strong>, &amp; <strong>Almeida, R. T.</strong> (2020). <em>Psicoterapia com Adolescentes Filhos de Pais Divorciados: Abordagens e Intervenções</em>. Editora Appris.</p></li></ol>						</div>
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